Crónicas do Meu Sentir

16.20


Capa Traseira

Este livro de histórias sentidas pela Paula é assim uma espécie de chave-mestra que nos permite entrar no nosso espaço mais reservado e secreto, mas apenas uma chave, porque a partir daí cada um tem que fazer o seu trabalho interior, receber as tempestades do tempo e devolver com força e acção a sua própria resposta. Assisti ao nascimento destas histórias quando elas ainda não passavam de um papel em branco, mas era já um branco que misturava muitas e diferentes emoções e outras linguagens que vinham das cores da pintura e da música, águas por onde a Paula também navega, porque para ela uma arte é sempre pouco, tudo é sempre pouco. É verdade…Escrevi-lhe já as palavras de apresentação da sua primeira e grande exposição de pintura, já a ouvi cantar e encantar a plateia de um restaurante em Paris e agora aqui estou a fazer-lhe o prefácio do seu primeiro livro, mas que será apenas o primeiro. Há um raro número de pessoas da qual a Paula faz parte, que são assim uma espécie de Artistas da Renascença, fazem bem várias coisas, dominam bem várias artes, transportam os vários saberes de um lado para o outro, são uma espécie de gente que associa sempre o fim a um novo começo e a um renascer. São uma espécie de ciganos dos sentires, carregam-nos aos ombros de lugar para lugar.

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Data Publicação

ISBN

Idioma

Temática

Páginas

172

Autor

Paula Campos

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